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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Os dez mandamentos. Joan Chittister, Laws of the heart.

OS DEZ MANDAMENTOS (JOAN CHITTISTER, LAWS OF THE HEART.     
Dez encontros salvadores que nos podem salvar do fazio, do fracasso vital e de ficar fora do Reino de Deus.
1.  Lei da Plenitude (Ama a Deus)
2.  Lei do respeito ao sagrado (O nome de Deus)
3.  Lei do espaço sagrado (Guarda o dia do Senhor)
4.  Lei da gratidão (Respeito a pai e mãe)
5.  Lei da vida a ser valorizada (não matar)
6.  Lei do compromisso (castidade)
7.  Lei do compartilhar (não roubar)
8.  Lei do testemunho (Verdadeiro não falso)
9.  Lei do auto controle (A mulher do próximo)
10.            Lei da segurança (Coisas alheias)
Os 10 mandamentos são uma nova visão do que vem a ser uma comunidade humana. São dez orientações que nos transformam.  Só uma vez (Ex 34) as tábuas do Sinai são chamadas “Mandamentos”. Today, what we call progress has turned against us. Some people have more than enough and other have less than needed.
1.  Eu sou o Senhor, não terás outros deuses.
Que é realmente importante nas nossas vidas? Esta lei nos salva das desilusões que no fim de tudo nos desapontam. Passamos de uma relação a outra e decobrimos que não conseguimos aperfeiçoar nada

Até Hammurabi, a lei era a vontade do rei. Todas as culturas do Oriente Medio tinham um código de leis (por es. No Alcoração: shariah, “Deus é o leste e o oeste, e para onde voltes aí está a a face de Deus; no Budismo: Sermãos do Lotus, preceitos budistas; no Hinduismo, os vedas: Bhagavad-gita.

2.  Lei do respeito al nome de Deus.
Pecado; usar o nome de Deus para fazer o que Deus nunca faria. São os que tomam por certo que sabem o que Deus quer. Pensam que quando falam, Deus falou...
Invocam a Deus para justificar preconceitos. Fazem Deus responsável pelo que odiamos, como se ele nos mandasse doenças e punições como terremotos, seca, etc. Deus passa a ser como um instrumento para punir. Quase todos os maiors atos de destruição da historia foram realizado usando o nome de Deus para legitimá-los: cruzadas, inquisição, apartheid.
- Si os textos sagrados dificultam a busca da paz e da justiça, certamente devem ser re-interpretados.

3- O descanso sabático revelava que pelo menos, um dia por semana, todos eram iguais. Paravam para dizer que a finalidade da vida não era o trabalho. É a oportunidade para avaliar tudo.
     O pecado sempre foi o de não buscar a Deus seriamente

4.  Os pais não são os melhores do mundo... não fizeram todo o possível, mas sim tudo que lhes era possível. Pai e mãe, a enorme possibilidade de aprender a superar qualquer egoísmo em função do mais débil (crianças que geraram).
5.  Lei da Vida.
No século XX tivemos 60% dos mortos de todas guerras do mundo.
Se o assassinato não é um crime, então porque criar leis para puní-lo com a morte? Se é crime, porque duplica-lo com outro crime, matando o assassino. Toda instancia de matar viola o mandamento.
A salvação da humanidade esta em que todos sejam rsponsábeis por todos.
“You shall enable life—Deves fazer que a vida possa acontecer.

When one parto f life dies in us, o ris taken from us, it is ressurrection time. Life is a series of little deaths out of it life always returns.

Comer sem criterios, beber sem controle, fumar, drogas... things that are killing us… Matamos o future antes que chegue

6.  Lei do compromisso.
“Ninguém importane cumpria esse mandamento. Salomão tinha 600 mulheres e nunca foi punido por isso. Jacob tinha duas Leah e Raquel.
O matrimoio no era fundamentado no amor. Poligamia, concubinato, levirato eram legais. O aculterio na Biblia não estava relacionado com a intimidade, confiança ou relações. Era sobre as leis da propriedade e da herança. No Talmud era em relação à família e a harmonia.
Para o homem o adultério não estava relacionado com a  monogania. Ter mulheres e filhos era uma segurança para o futuro. O problema era ter relações com a mulher de outro homem (propriedade para assegurar o clam, a linhagem. Ea um crime contra a propriedade).
Os rabinos diziam que um homem não poderia ter mais do que 4 mulheres.
Não cometer adultério é realmente ter em consideração as pessoas que dizemos amar. Não usá-las; não explorá-las, não ignorá-las, não manipula-las.
O 6º  mandamento é sobre a integridade do coração. Amor que supera o corpo, por isso substituir por outro corpo não resolve nada. Quando o único que podemos prometer é de permanecer relacionado enquanto houve alegria, é afirmar que nunca realmente se quer estar relacionado.
Deve-se permitir que a pessoa que dizemos amar, se desenvolva, senão sempre se vai estar procurando outra mais interessante.
O compromisso está ligado à comunicação: dizer ao outro um milhão de coisas sem pronunciar uma só palavra.
Deixar um adultério não muda, não salva o relacionamento do casal; é preciso procurar o que realmente está mal. Muitas vezes o outro pelo qual se deixa o companheiro, pode ser um hobby, uma promoção, um estudo... não sempre é o sexo.
As relações se constroem por respeito mutuo. Casamento é como um dueto, quando um canta o outro aplaude. Se começam a desatar os laços entre duas pessoas, deve-se perguntar por que não está aplaudindo.
Mariage is about eternal human significance. One knows how he is important for the other person.
Fidelity is not to use, explit, ignore, patronize, manipulate the people we love are those to whom we commit our lives, entrust our future, share ourselves.
Love is beyond body. Substituing another body for it never works. 

domingo, 23 de outubro de 2011

Cristianos no creyentes

(J. I. GONZÁLEZ FAUS, teólogo)
Allá por los tiempos de Jesús se cuenta de un rabino que perdió la fe, con el comprensible escándalo social de su comunidad. Pero otro maestro comentó sobre él: "Dichoso el rabino, porque podrá practicar el bien sin esperar recompensa". Es la lección (y casi la envidia) que desde hace años dan muchos de los no creyentes: hacen el bien sin esperar recompensa. Jesús dijo también que no es el que dice "Señor, Señor" el que entrará en el reino de los cielos, sino el que hace la voluntad del Padre. Y he visto que algunos no creyentes cumplen la voluntad de Dios mejor que muchos de nosotros.
Además, un gran profeta del catolicismo del siglo pasado (Emmanuel. Mounier, fundador de la revista Esprit) escribió que, en el futuro, los hombres no se distinguirán por la postura que tomen ante el tema de Dios sino por la que tomen antes los condenados de la tierra. Y, en la misma línea, esa impresionante conversa que prefirió quedarse fuera (Simone Weil) dejó escrito: "No es por la forma en que un hombre habla de Dios, sino por la forma en que habla de las cosas terrenas como se puede discernir si su alma ha permanecido en el fuego del amor de Dios".
Todos esos testimonios apuntan confirman las palabras de otro gran profeta, mártir de Adolf Hitler (el pastor Dietrich Bonhoeffer), que dijo: el Dios de Jesús, es "lo opuesto a todo lo que el hombre religioso espera de Dios". Cuesta tragarlo pero es así. Porque en Jesucristo, Dios no se ha revelado como "todopoderoso" sino como aquél que renuncia a su poder para identificarse con la debilidad que somos y con las víctimas que producimos. Un Dios inútil como objeto de consumo pero buena noticia como horizonte y fuerza de vida.
Por eso puedo decir a los no creyentes: no se preocupen si no pueden creer. Conozco muchas gentes así. Pero los cristianos aceptamos "la comunión de los santos" que significa que todo lo de Dios es común; por eso es tarea nuestra creer por los que no creen y esperar por los que no esperan.
Hace ya muchos años, en uno de mis primeros escritos, comenté unos versos de Atahualpa Yupanki. Son estos: "Hay cosas en este mundo / más importantes que Dios: / que un hombre no escupa sangre / pa’ que otros vivan mejor". Y los comenté de esta manera: para quien cree en Jesús no es el ser humano quien dicta esta estrofa; es Dios mismo quien nos hace saber que, para él, hay cosas más importantes que el que los hombres se ocupen de Dios, a saber: que no tengan unos que escupir sangre para que otros puedan vivir mejor (quizá también más piadosamente).
Por eso los cristianos tenemos que ser perdonados de muchas incoherencias.