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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

La Iglesia que amo. Ronaldo Muñoz

LA IGLESIA QUE AMO
              Padre Ronaldo Muñoz,Chile
Pocas catedrales de canto y oro,
Muchas capillas de barro y tabla.

Pocos ricos adiestrados a la indiferencia,
Muchos pobres expertos en pasión compartida.

ÇPocos letrados calculadores y prudentes,
Muchos sencillos que saben de fe y de esperanza.

Pocos doctores muy seguros de su doctrina,
Muchos testigos que escuchan de verdad

Poco poder de fariseos y sacerdotes de carrera,
Mucho servicio humilde a los hermanos más pequeños.

Pocos proyectos de dólares y marcos,
Muchas mingas de sudor y canto.

Pocas ceremonias en palacios y cuarteles,
Muchas fiestas en aldeas y barrios marginales

Pocas bendiciones de armas, bancos y gobiernos,
Muchas marchas de paz, justicia y libertad.

Poco amor al Dios del castigo y de la muerte,
mucho respeto al Dios del amor y de la vida.

Poco culto de espaldas al pueblo
A Cristo rey eterno en las alturas:

Mucho amor y seguimiento a Jesús el de María,
Compañero, Profeta, Hijo del Padre.

Poco, cada vez menos,
Mucho, cada vez más.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

OS SINAIS DO REINO DE DEUS

SINAIS DO REINO             
Os sinais dos tempos podem ser bons ou maus. Os sinais do Reino são os que surpreendem com a graça irrompendo e envolvendo-nos.
O Espírito de Deus está presente em todos os tempos, lugares e seres. Age a seu modo e sem descanso, no rumo do Reino de Deus. Identificar sua presença, decifrar seu código é tarefa salvífica de cada geração e de cada pessoa.

Os companheiros do Ressuscitado ficaram com a responsabilidade e o dom de ser sinal, primícias e mediação privilegiada desse Reinado de Deus. No nosso tempo reconhecemos 10 dos seus sinais. [i]
A ordem em que são aqui apresentados não significa classificação da importância de cada sinal ou da prioridade com que tem sido captados.

1. SINAL DO REDESCOBRIMENTO DO UNIVERSO E DA CORRESPONSABILIDADE PELA CRIAÇÃO.
Vivemos extasiados pelo que dia a dia vamos desvendando no espaço sideral - caminhos de água em Marte, novas Galáxias. Conhecemos as placas tetônicas, vamos ao fundo dos mares. De outra parte, estamos assustados pelo deterioro do nosso planeta e sabemos que a tarefa ecológica não tem espera.
[ii]@Os governos, os educadores, a informática, a família, as empresas... as igrejas darão as mãos num esforço imediato, coordenado para reverter o processo de depredação do planeta.
TEMOS QUE FAZER O “SEGUNDO” GÊNESIS, OU SEJA, “SALVAR A CRIAÇÃO”, da qual Deus nos deixou responsáveis. As tarefas intra-eclesiais não podem desviar a atenção dos fieis: - é o mundo que está em perigo

2.   SINAL DA INFORMÁTICA, DOS TRANSPORTES, DA ALDEIA GLOBAL.
A qualquer hora nos podem chegar as noticias de qualquer parte do mundo. Acompanhamos encontros esportivos das mais distantes regiões, casamentos reais, visita papal... na mesma hora em que se realizam. Numa única noite é possível chegar do outro lado do globo. Do alto dos satélites já vimos varias vezes, de noite e de dia, a nossa terra azul. Os canais culturais da TV nos revelam culturas, civilizações, povos, costumes, animais, que ou não conhecíamos ou dos quais só tínhamos informações superficiais, mas agora já nos visitam virtualmente no interior de nossas casas. Nossos avós não usaram computadores. Nossos pais nem conheceram o Facebook ou outras formas de comunicação virtual em cadeia. Nem precisamos mencionar as extraordinárias conquistas na área da saúde, da cibernética e em tantos outros campos.
@ Este sinal do Reino no urge ser católico. As alegrias e sofrimentos de qualquer povo, são também desafios para o nosso modo de viver. Socializar as boas experiências, as esperanças  e as conquistas válidas em todos os setores da vida, devem ser uma bênção para a humanidade.

3.  SINAL DA NOVA ÉPOCA
A consciência moderna vive uma profunda mudança cultural. Só neste ano recebemos mais informações do que nos últimos 5 mil anos. Em 10 anos teremos computadores mais completos que o cérebro humano. As fibras óticas da 3ª geração conduzem 30 trilhões de “bites” por segundo, num único fio, o que corresponde a 150 milhões de ligações telefônicas por segundo. Enquanto o contexto cultural muda radicalmente[iii], a fé continua a ser anunciada e compreendida de acordo com a letra dos velhos textos teológicos.
  • Que caminhos humanos estão levando ao coração do Evangelho?
- O que se está desmoronando não é o Reinado de Deus, senão algumas das mediações que privilegiávamos. Jesus é um presente de Deus para toda a humanidade, não é exclusividade dos cristãos. Deve chegar a todo ser que vem a este mundo, embora não seja do modo que chegou a nós cristãos. Toda ação que ajuda a humanizar-se é evangelizadora. Manifesta e socializa o Reino.

4.  SINAL DO ENCONTRO COM NOVOS ALIADOS – TERCERIZAÇÃO.
No mundo de hoje ninguém pode fazer tudo o tempo todo. É importante decentralizar, identificar aliados. Aprender a trabalhar em equipo, com uma meta comum. Nem sequer o específico da nossa própria tradição religiosa podemos alcançá-lo sozinhos, necessitamos dos demais – Magistério, teólogos, testemunho dos santos...
  • Na Igreja deve acabar a concentração do poder, da palavra, da disciplina. Ninguém é dono de Deus.[iv]

5.  SINAL DAS MINORIAS ABRAHAMICAS, ARTICULADAS.
Na igreja, como na vida, certamente a chave do sucesso não está em ser maioria numérica, mas sim a de ser fermento. Minorias desarticuladas não vão a lugar nenhum. Os pequenos, os desconsiderados, os pobres, quando se tornam sujeitos comunitários, provocam grandes mudanças na sua realidade e no mundo[v]. Entre estas, vale a pena mencionar as MINORIAS CULTURAIS e ÉTNICAS: afro e indígenas buscando sua autonomia e participação qualitativa no novo mundo que se vai construindo.

  • Nessa perspectiva as CEBs acontecem. Elas não só são o futuro da Igreja, mas sem elas a Igreja não vai ter futuro mesmo onde ela ainda não é maioria numérica.

6.  SINAL DO ECUMENISMO E DO DIÁLOGO RELIGIOSO
O escândalo da divisão entre cristãos desacredita a mensagem que damos. Todos os povos e todas as épocas à sua maneira e no limite de suas possibilidades louvam o Criador e Pai. Os que são sinceros, que pensam estar na verdade, que agem de acordo com sua própria consciência e estão dispostos, no limite da fraqueza humana, a fazer tudo aquilo que Deus determina e quer, conhecerão a salvação.
O vizinho que é de outra religião, a casa de oração dos que não são católicos, não nos afastem de Deus...nem da responsabilidade de criar um mundo mais humano para todos. As diferentes religiões não significam necessariamente um vazio de Deus.

7.  SINAL DA SOLIDARIEDADE UNIVERSAL
A vulnerabilidade de milhões de seres contemporâneos, as desigualdades que humilham e diminuem o tempo e a qualidade da vida, os desastres ecológicos despertam generosidades heroicas em milhares de nossos contemporâneos.
- Consideração especial seja feita à JUVENTUDE tentada pela drogadição, pelas gangas ou formas de violência, buscando o SENTIDO DE VIVER, reclamando seu lugar na sociedade e na religião.
As Igrejas devem usar o seu prestigio moral para convocar à solidariedade em função da vida e para promover mudanças estruturais nas sociedades.

8.  SINAL DA VENERAÇÃO PELA PALAVRA REVELADA
Todas as religiões revelam o fascínio pelo sagrado que sempre inclui a responsabilidade pelos mais necessitados.
O movimento bíblico (entre cristãos), o apreço pelos textos considerados inspirados e as tradições das muitas religiões, podem ser um grande ponto de encontro para construir uma nova sociedade de paz, comunhão e serviço recíproco.

 9. SINAL DOS MÁRTIRES DO REINO
Milhares de leigos, dezenas de sacerdotes, religiosas e mesmo bispos, comprometidos pelos valores do reino (justiça, paz, fidelidade, verdade, honestidade) terminaram sendo torturados e martirizados nas últimas décadas.
No sangue dos nossos mártires fundamentamos os valores do Reino.

10. A MISTICA COMO SINAL
A santidade primordial é a de milhões de pessoas que vivem e fazem possível que outros vivam (aí estão as mães de família, os educadores, a vida heroica das grandes maiorias do mundo, do povo crucificado).
O futuro da humanidade vai depender se teremos mais místicos, o que não significa  piedosos, senão de profundas convicções.
A energia que move a vida não é só a que recorda os horrores, mas principalmente a que recupera o que de bom houve. Recordar contagia.




[i] Esas señales no agotan los aspectos del Reino, no siempre tienen igual valor
[ii] El símbol “@” indica las tareas que nos tocan, en cada uno de las señales del Reino apuntadas
[iii] El mundo esta cambiando de modo rápido. En esta misma hora nascieron 244 niños en China y 351 en India. Cerca de 20% de la humanidad está en China y 17% en India. En China hay más gente que habla el ingles que en todo el mundo. Hoy existen 540 mil palabras ingleses nuevas, es decir, cinco veces más que en tiempos de Shakespeare.
[iv] El cardenal Walter Kasper, colega de José Ratzinger dice: - No tenemos en la Iglesia jamas la formulación de la fe de manera químicamente pura. Solamente tenemos lo fundamental de la Iglesia y de la fe, a través de mediaciones históricas del momento. A veces se presenta algo como parte de la enseñanza de la Iglesia, cuando era algo que por mucho tiempo eso se había sido negado...
[v] Baste  una mirada sobre lo que viene pasando en el mundo Muzulman: Egipto, Argelia, Libia….

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Paroquia e Missão (Portugues)


I - COMO É O DEUS DA NOSSA FÉ?                                                                                               – Todas as religiões (Grécia, Roma, Ásia, África, Incas, Astecas, Tupis) projetam nos deuses seus próprios medos, vícios e virtudes. O Deus que se revela na criação, nos profetas, há história de Israel e, plenamente, em Jesus é muito diferente. Estabelece conosco uma relação pessoal de comunhão, confia a nós seus projeto, como presente e responsabilidade.
1 Cor 3,21-23; 1 Cor 15,28 ; Lc 4,14-22.
 - A divindade não é para nós uma instância para solução de problemas e controle dos comportamentos das pessoas (proibições e ameaças), a quem prestaremos contas já nesta vida e muito mais depois (e eternamente)!
       - A proposta de Deus em Jesus, pelo Espírito e a do Reinado (Família) de Deus que reúne a Trindade, a Igreja, toda a humanidade, a ecologia, o universo, o tempo e a eternidade.
              A EQUIPE DIVINA: No primeiro tempo: Produtor: o Pai; Ator principal: Jesus, Diretor: E.S. No segundo tempo: O Pai continua como produtor; Diretor agora é o Ressuscitado; e o ator principal o Espírito e a comunidade.

II.      A COMUNIDADE  IGREJA
Diocese, Paróquia, Igreja de Base, existem como comunidades missionarias e missão comunitária.
Em segunda instância (em função da sua responsabilidade primeira) atendem às tradições devocionais-sacramentais; educam para uma ética matrimonial, comercial, política, etc.

A MISSAO É MAIS DO QUE PREPARAR OS CAMINHOS (MT 3,3)
o   Não se reduz a afervorar os católicos (devoções, prática dos sacramentos). Não foram convocados para adorar a Jesus, mas para segui-lo.
o   Não se tata apenas de ensinar dogmas (doutrinas),ou de ir às pessoas “com” a Bíblia, mas sim “como” na Bíblia.
Nem de trazer de volta aos católicos que se afastaram ou optaram por outros grupos religiosos
o   O objetivo não é o encher o edifício sagrado (capelas, igrejas), mas transformar o mundo em Reinado de Deus. A meta são os confins da terra, não os da sacristia.
o   O kerigma missionário é sempre um processo que se desencadeia com um anúncio “originante” (nem sempre falado, nunca imposto, precedido por um testemunho de vida). Conversões instantâneas aparecem mais nas narrações piedosas míticas, do que na realidade da vida.
III.    O COMO DA MISSÃO
1.  A missão é um modo de ser, não se trata de um programa a cumprir, NÃO É uma entre as demais responsabilidades da Igreja local
2.  Não está ligada a uma pessoa individual, mas é o acontecer de uma comunidade (Um bom time de futebol só vence quando os jogadores se entrosam como equipe)
Ninguém é missionário em nome de um movimento o pastoral o congregação religiosa, mas em nome da Igreja como tal. As equipes missionarias, são enviadas pela Igreja local e a ela ligam os convertidos.
3.  O missionário é alguém que dá um testemunho, não um professor que desenvolve uma lição (At 1,1). Não se trata de perfeição, mas de manter a fidelidade à meta, aos métodos (são conteúdo)
4.  A comunidade Igreja é fermento. Não tem que ser maioria numérica. O que importa é sua qualidade e não quantidade de membros.
5.   Não se coloca paralela à vida, mas dentro dela, bem misturada. (Fermento fora da massa, ou fechado num saquinho de plástico, não transforma nada). Alguém tem que sujar-se as mãos, para misturar o fermento e a massa (amassar).Não se trata de transformar a massa em fermento, mas juntos ser pão.
6.  A fermentação acontece sem ajuda de fora (Não é teleguiada). Toma tempo e acontece em silêncio.
- A meta é o pão. Precisa do forno, quentura, fogo lento. Querer apressar, aumentando a intensidade do fogo, economiza tempo, mas deixa o pão queimado por fora e cru por dentro.
7.   Os missionários trabalham em equipe com o Espírito. Cuidam para não desmoralizar (confundir) o trabalho que o Espírito já está realizando. Não existe ação missionaria que comece de zero. Os padres da Igreja falam de Sementes do Verbo e de Preparação Evangélica. Para captar o código do Espírito, o missionário necessita descodificar-se (desapegar-se do próprio esquema).

IV.      AS ESTRUTURAS DA COMUNIDAD MISIONARIA (A IGREJA DA CASA, OS SETORES)
 + A Igreja Paroquial vai transformar-se em comunidade de comunidades e progressivamente criar setores paroquiais onde surgirão as Igrejas da casa, que não se reduzem à mera família anfitriã. Elas necessitam de um núcleo dinâmico, formado por 5 a 10 pessoas, que são como a articulação e animação da comunidade eclesial que se está ajudando a nascer.

V.        OS PILARES OU FORÇAS DA COMUNIDADE MISSIONARIA
1ª) Mística da comunhão – um só coração. Não uniformidade mas agape (Os gregos distinguiam: porno, eros, filia, ágape)
2ª) Experiência do Deus vivo e expressão litúrgica (mistério pascoal em sinais, mediações e primicia do Reino)
3º) Critério da Palavra de Deus lida no seu contexto, pré-texto e não apenas texto (Fundamentalismo).
4º) Dedicação aos que sofrem (sem paternalismos), para que sejam sujeito e não objetos da missão.
+ Uma metodologia de: ver, julgar, agir, avaliar, celebrar permanentemente e como comunidade. Para colocar as realidade contemporâneas (família, cultural, economia, politica, recreação, informática, religião...) na perspectiva do Reino, no modo de ser de Jesus
                     # Tristão de Atayde e o amigo ateu Prof. Antonio Houaiss.                                 Garaudy e D. Helder Câmara.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A SENHA - Festa Cristo Rei, 1011

Segunda Homilia, domingo Cristo Rei – 20 Novembro 2011.

Na festa de Cristo Rei, o evangelho pode até nos deixar perplexos, porque o Cristo Rei revela que o pessoal muito próximo dele é gente “desqualificada”: passando fome, e noutras carências que maneira nenhuma os recomenda como pessoas dignas de um lugar de destaque na estrutura do Reino... o então, a gente fica pensando: - “Afinal de contas, que reino é esse?”
# No ônibus que viajava, duas pessoas iam conversando: - Conhece o Senador Onofre? Pois é muito amigo meu, frequentemente me convida à sua casa!...
Olha, eu também sou parente do Coronel Alfredo... fomos colegas de infância...
           E os meus colegas de viagem foram desfiando um rosário de conhecidos ilustres, amigos especiais, dignos de fotos e “fofocas” nas melhores revistas de personagens nacionais.
             
       Então, o que é mesmo que a Palavra Revelada quer sublinhar?
A mensagem é clara: Deus e a humanidade reciprocamente se atraem. Há uma vocação íntima do ser humano, a de ser íntimo de Deus. Só um ser divino poderia ter pensado e realizado essa possibilidade.
Somos criador à imagem e semelhança de Deus... não só porque somos racionais, mas particularmente porque somos comunitários como Deus.
       Duas consequências imediatas saltam evidentes:
1a) Não existe ser humano desinteressante. Os que classificamos como maus, podem ser pessoas cujo lado bom ainda não foi desenvolvido ou está entravado.
2ª)  O amor universal de Deus (e dos que são discípulos de Jesus) dá  prioridade para os que sofrem (a palavra bíblica é: Pobres, sem reduzir-se aos que sofrem severas carências econômicas. Jesus mesmo se colocou no último lugar (foi condenado à pena capital, pelos poderes religiosos e políticos do seu tempo, com a morte que, para sempre, o estigmatizava a ele e à sua família).
Por estar no derradeiro lugar da fila, pode abraçar a todos. Se estivesse só entre os poderosos e famosos, a maioria humana ficaria excluída.

A comunidade de Jesus se orienta por 10 referências radicais, que nos cabe precisar e desenvolver, na perspectiva do Reinado de Deus:
 1ª – A prioridade ao pobre, não implica exclusão dos demais.
2ª – Não é em razão dos merecimentos mas dos sofrimentos dos pobres
3ª – É para torna-los sujeitos de sua libertação da pobreza e não para mantê-los dependentes e passivos. A pobreza não foi criado, nem é querida por Deus.
4ª – Toda injustiça rompe a aliança com Deus
5ª – Antes de dar esmola se deve dar dignidade ao que sofre.
6ª – O pobre não se transforma em mascote (pet) dos  que deles se ocupam. Nem é objeto de curiosidade patológica.
7ª - Trata-se de um compromisso que irá além do assistencial, para chegar ao promocional e ao estrutural (Não basta, na perspectiva do famoso proverbio chinês, dar um peixe, mas é preciso ensinar a pescar e quem sabe organizar uma cooperativa  que lhe proporcione lugar sócio-econômico-político
8ª - A sociedade inteira, e as religiões também, ficam sob uma hipoteca social que pesa sobre os bens materiais. Ninguém é dono de nada. Somos meros administradores (O homem, em S.Paulo foi condenado a um ano de cadeia por roubar duas latinhas de alimento... ninguém ainda foi condenado por acumular comida e bens dos quais não precisa e nem poderá consumir mesmo que chegue viver até 120 anos)
9ª – O atendimento qualitativo aos que sofrem (em razão da sua idade, sexo, escassez de cultura, de capacidade, limitações de saúde, diferença de credo, etc) é questão de justiça, não só de boa vontade dos corações nobres.
10ª – A ajuda ao necessitado inclui contato direto, toque humano, relação direta e não somente por intermediários.

A FE RELIGIOSA QUE PROFESSAMOS, não se resume num sistema de pedidos e recebimentos de favores celestiais. È muito mais que isso. Incumbe-lhe a responsabilidade de:
- explicitar o sonho de uma grande família de Deus, para além das fronteiras geográficas, ideológicas e mesmo religiosas;
- propor os 10 mandamentos da Lei de Deus, não como limitações impostas por Deus ao rebelde povo hebreu desatinado no deserto, mas como balizas da grande caminha histórica de todos os seguidores do Deus vivo.
- fazer a leitura dos mencionados Mandamentos, na perspectiva das Bem-aventuranças comunicadas por Jesus (Os pobres, os que choram os perseguidos, os não violentos, os misericordiosos, os comprometidos com a justiça, os transparentes de coração, os pacificadores).

# Uma história: Quando o pai desapareceu repentinamente por um acidente automobilístico a família ficou desatinada: além da tremenda saudades, “como por em ordem as finanças, como orientar o futuro dos filhos/as menores?
-Folheando o álbum da família, no reverso de uma foto, chamou-lhes a atenção  uma série de números. – Não eram telefônicos. Então? Até se interpretou aquilo como “Senha” (Password) de um programa no computador... e então brotou na tela uma profusão de dados vitais. Era a resposta e orientação que se necessitava.

- Essa é a senha: Mt 25,31-46.
    

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CEBs y Pequeñas comunidades eclesiales

PEQUENÃS COMUNIDADES ECLESIAIS y CEBs,
DIFERENTES pero no opuestas

        eSTE ESTUDIO CONSTA DE 3 PARTES.
(PRIMERA PARTE)

                UNA EXPRESIÓN NADA INOCENTE.
Las CEBs (-“En el caso en que todavía existan”, decía un obispo, con cierta satisfacción (!) “son una, de las tantas pequeñas comunidades eclesiales, que “OJALÁ puedan contribuir para revitalizar las parroquias…” (“-Desde que no se metan en política!”, completaba, apresuradamente, otro colega del mencionado Prelado).
        En este sentido, el documento de Aparecida, con sus idas y venidas de redacción, terminó revelando tendencias opuestas en relación a las CEBs. En efecto, el texto de Aparecida, en lo que se refiere a las CEBs, desafía nuestro entendimiento lógico, con una especie  de danza de conceptos opuestos: -“Si, pero no!”[i].  “Es y no es”. Por ejemplo, en la nota n.88 (de la Redacción  “anónimamente” editado y corregido, y dada como definitiva, por las autoridades superiores), se vuelve a afirmar que el texto de Medellín 15,10[ii] continua plenamente válido. Pero, en la siguiente línea, al citar Puebla n.629, retoma un texto elaborado en otro contexto histórico[iii]. Retomado 29 años más tarde, en otra situación, y silenciando la enorme cantidad de citas positivas sobre las CEBs, que llenan de punta a punta el texto de Puebla[iv], manipula la intención original de los redactores y sugiere sospechas graves en relación a las CEBs[v].
        A pesar de esas insistencias, Aparecida, en su conjunto y en los números 178,179,180 reafirma las CEBs. La redacción que ha sido votada por los obispos, había optado por frases de apoyo y simpatías (Nada genéricas o tampoco superficiales). Véanse los número 194 y 195 de la 4ª.Redacción: - 194: “Queremos decididamente, reafirmar y dar nuevo impulso a la vida y misión profética y santificadora de las CEBs, en el seguimiento misionero de Jesús. Ellas han sido una de las grandes manifestaciones del Espíritu en la Iglesia de América Latina y El Caribe después del Vaticano II”.
195….”Después del camino recorrido hasta ahora, con logros y dificultades, es el momento de una profunda renovación de esta rica experiencia eclesial en nuestro continente, para que no pierdan su eficacia misionera sino que la perfeccionen y la acrecienten de acuerdo a las siempre nuevas exigencias de los tiempos”.

        La 5ª. Redacción, la que ha sido “corregida” misteriosamente[vi], quitó todo lo que pudiera aparecer como entusiasmo de pastores al proceso de las CEBs, y como apoyo al compromiso misionero, tantas veces heroicos, de parte de los más sencillos y sufridos miembros de la Iglesia[vii].
-   Entonces, las CEBs significan solamente  una entre muchas búsquedas por nuevas formas de vida comunitaria, todas ellas llamada de pequeñas comunidades? (Como genéricamente se refiere el n.56 DAP)

El intento, aparentemente inocente (y que, por supuesto, no lo es), se expresa en la propuesta de reunir todas las formas de experiencia comunitaria de la Iglesia, agrupándolas bajo un único nombre: Pequeñas comunidades eclesiales. Así desaparecen las originalidades específicas, como en el caso de las CEBs.
        El deseo de sintetizar, no simplifica el tema de las CEBs, sino que lo confunde. Termina haciendo una propuesta “simplista” y ambigua. En realidad se termina por rotular, indistintamente, cosas que son de diferente naturaleza teológica y pastoral (Lo que es de el área “Iglesia Sacramento”,LG 1; con lo que es del espacio de “dones y gracias del Espíritu” LG 12). En última análisis, se está desautorizando la asamblea de Medellín (cuyo texto sobre las CEBs,15,10, ha sido reafirmado en Puebla, Santo Domingo y Aparecida).
      Digámoslo en pocas frases, lo que, a seguir, analizaremos más ampliamente:
-    Las CEBs no son grupos eclesiales. Son estructuras de la Iglesia (Med 15,10), como la parroquia, que ha sido la Iglesia de base (cuando, en tiempos medievales se constituya de 15 o 20 familias) y ahora (con 10 o 60 mil bautizados) se la va transformando en comunidad de comunidades (Aparecida). Las CEBs surgen, por lo tanto, para reconstruir el primer nivel de Iglesia, que ya dejó de existir de manera efectiva y misionera, aún que permanezca como nomenclatura, en relación a la parroquia.
-    Las CEBs, siendo la base eclesial, como la parroquia lo fue, no expresa, sin embargo, el mismo “modelo teológico-pastoral”. El modelo parroquial es de cristiandad, patriarcal, piramidal, pré-técnico, rural, de atendimiento  sacramental, devocional, territorial, centrada en un edificio.
El modelo de la CEB es esencialmente misionero, de diáspora (Hacia el “pateo de los gentiles”, para usar la expresión de Benito XVI), urbano, comunitario,  descentrado del edificio y no confinado al territorio, dentro de un mundo científico, técnico, urbano, que en relación a las personas, no “espera por…”, sino que “va hacia”, llegando donde la presencia pastoral no acontece de modo sistemático y adecuado[viii]
-    Las CEBs, como lo ha ubicado la Asamblea de Puebla, son una estructura sacramental (LG 1) no hacen parte de los dones y ayudas “carismáticos” mencionados por el n.12 de Lumen Gentium.
-    Las características de la CEBs: ser pequeña y ser comunidad, en si mismas (aisladamente) no expresan lo específico de las CEBs. En efecto, vivir la experiencia comunitaria es una exigencia que califica toda realidad y acción eclesial: sea de un grupo de monaguillos, sea el consejo pastoral, o el presbiterio, o los catequistas parroquiales…Lo específico de lo comunitario se expresa por las relaciones inter-personales, la participación y corresponsabilidad.
El otro aspecto, el de ser una comunidad “pequeña” es una condición tanto pedagógica como operativa, para facilitar la convivencia y el funcionamiento de las realidades multitudinarias, de obreros, de estudiantes, hasta de soldados…
 La Asamblea de Puebla, coherente con la perspectiva esencial de Medellín, que presenta las CEBs como primero nivel de Iglesia, las ubica siempre como parte del tríptico: CEB, Parroquia y Diócesis. Eso está evidenciado en cada uno de los pasos del método: en el VER la realidad; como para el PENSAR-JUZGAR, que se encarga de la fundamentación teológica para los discernimientos; y finalmente para el ACTUAR, explicitando las líneas de acción de las CEBs-Parroquias-Diócesis[ix]  La CEB no se localiza entre los movimientos, sino como estructura eclesial fundamental, como realidad eclesial global, como un todo, no como parte.[x]
El documento de Puebla señala como elementos constitutivos de las CEBs, aquellos que forman parte de la descripción misma del misterio de la Iglesia y que hallan su expresión cabal en la Iglesia particular: La Palabra de Dios, la participación en la Eucaristía, la comunión con los Pastores; las nuevas relaciones interpersonales con la Fe y un compromiso mayor con la justicia, con la realidad social de sus ambientes. (Cf. Puebla, 640.)[xi]

     EN CONCLUSIÓN: Reducir la CEB (estructura eclesial, instancia de base) a una genérica “Pequeña Comunidad Eclesial” (grupos, asociaciones, servicios) es suprimir la originalidad de la propuesta de la asamblea de Medellín. Veamos, además, diez diferencias entre lo que es propio de las CEBs y lo que es característico de los grupos eclesiales (asociaciones, movimientos, sodalicios, etc), algunas de ellas ya han sido anteriormente mencionadas y explicadas;
1.   El estatuto teológico de las CEBs es lo de ser: “Sacramento”, en el sentido de
 LG 1 (como la parroquia y la diócesis)
# Los GRUPOS se ubican entre los carismas, según LG 12
2.   El bautismo es el rito de pertenencia en una Iglesia de Bae.
# A entrada nos grupos no está ligada a uno de los 7 sacramentos
3.   La presidencia de una Iglesia de base, pertenece al ministro ordenado.
# La coordinación y presencia de los grupos es un servicio que no pide ordenación. Los grupos tienen capellanes, que no son coordinadores del grupo como tal, sino únicamente asesores espirituales y, casi siempre, son también un enlace con la institución eclesial.
4.   La CEB es constitutivamente misionera.
# Los grupos, pueden no estar directamente ligados a una responsabilidad misionera. Cuando reciben un envío misionero no es por el poder de su propio grupo, ni tampoco en función de el (Por ejemplo, para conseguir nuevos participantes para su grupo.
5.   La CEB contiene, en semilla, todos los elementos esenciales de la Iglesia (comunión-koinonia; servicio-diakonia: misión testimonial-martiria; patrimonio de la palabra en todas sus dimensiones-kerigma, catequesis, mistagogía; misterio páscual-liturgía).
# Los grupos pueden concentrarse, como grupos, en un solo aspecto como  la catequesis, o la conversión, etc.
6.   La pertenencia a la Iglesia de base es para toda la vida (aún cuando se cambia de un país a otro, donde llega, busca integrarse en una instancia eclesial de base, donde se vive la experiencia de comunión y misión eclesiales)
# A los grupos se puede pertenecer por un tiempo, y no por toda la vida. Dejar un grupo no es “apostasía” de la fe, como cuando se deja la Iglesia.
7.   La CEB acontece como Iglesia local, en comunión con la parroquia y diócesis.
# Los grupos, como grupos, son una parte de la Iglesia local. Como personas pertenecen a la Iglesia en virtud del bautismo. Es grupo es la especialización, la CEB es lo fundamental.
8.   La Iglesia en todos sus niveles tiene la promesa del Señor de que permanecerá.
# Los carismas pueden extinguirse
9.   Las CEBs, son pluralistas en cuanto al género, edad, culturas
# Los grupos pueden ser homogéneos: solo jóvenes, solo mujeres, solo indígenas
10. Las CEBs pueden ser formadas por diferentes grupos.
# La definitiva instancia eclesial de un grupo, no es el mismo grupo

+ El estar em um movimento, o grupo no impede la pertinência a uma CEB. Al contrario, la pertinencia radical y sacramental de cada bautizado es a su Iglesia de base (Med 15,10)
+ Las CEBs y los grupos no se oponen, sino que deben complementarse.
+ Los miembros de una CEBs pueden, simultáneamente, hacer parte de grupos especializados, como ser del Cursillo de Cristiandad, Foccolare etc.


[i]  -“Têm sido escolas… recolhem a experiência das Primeiras Comunidades… entretando … (DAP 178)…; “Juntamente com os grupos paroquiais, associações e movimentos… podem contribuir... não alterar o tesouro da Tradição e do Magistério...(DAP 179); ... com as CEB, existem outras formas de pequenas comunidades... de movimentos, grupos de vida, de oração, de reflexão da Palabra...(DAP 180).
[ii]   “ La vivencia de la comunión a que ha sido llamado, debe encontrarla el cristiano en su comunidad de base.... el esfuerzo pastoral de la Iglesia debe estar orientada a la transformación de esas comunidades en familia de Dios... la comunidad cristiana de base es así el primero y fundamental núcleo eclesial, que debe en su propio nivel responsabilizarse de la riqueza y expansión de la fe, como también del culto que es su expresión. Ella es pues, célula inicial de estructuración eclesial y foco de la evangelización y actualmente factor primordial de promoción humana y desarrollo”  documento 15, pastoral de conjunto No. 10
[iii] Se renueva la sospecha, recogida por Puebla en un contexto histórico de la secularización y “radicalización ideológica” de “miembros de comunidad y comunidades enteras”. Todo lo cual parece justificar que se deje de lado la “decidida reafirmación” y el “nuevo impulso” que la Vº Conferencia quiso dar a las CEB’s en el nuevo contexto de América Latina y el Caribe.
[iv] CEB en el Documento de Puebla:
·         Sitúa el proceso de la CEB de Medellín a Puebla: nn. 96, 97, 119, 672, 125, 850, 867, 105, 173, 239, 273, 983, 565, 368, 156, 111, 462, 1309, 629, 1147.
·         Capítulo específico; Situaciones que favorecen el proceso de la CEB n. 648
·         Señala las dificultades y desafíos para las CEBs n. 98, 262, 111, 630, 628, 627, 462
·         Explícita su lugar en la estructura eclesial: Capítulo específico sobre CEBs y el n. 261
·         Trata de su contenido doctrinal: 239, 273, 618, 640, 641, 642, 643, 173, 261, 648, 650, 653, 1147, 96, 629.
·         Puebla asume todo lo dicho sobre CEB en Medellín y en Evangelii Nuntiandi
[v] Idénticas sospechas pueden ser levantadas a propósito de cualquier época de la histórica de la Iglesia, principalmente cuando no se separa el comportamiento de los cristianos “pecadores”, de lo que la misma comunidad eclesial se proponía y como ha buscado sanar sus fallas.
[vi] Nadie pudo ocultar… las “correcciones” hechas al cuarto documento, por una mano anónima,  después del texto haber sido votado por un episcopado reunido en Asamblea general (no se trataba de un sínodo episcopal que es meramente consultivo). Quien hizo “los cambios”, con que autoridad? – Nunca se buscó aclarar estas preguntas.
[vii] “Cristianos comprometidos con su fe, discípulos y misioneros del Señor, como testimonia la entrega generosa, hasta derramar su sangre, de tantos miembros suyos” (DAP 178).
[viii] Por eso, las CEBs necesitan de una “autonomía en comunión”, un espacio vital para moverse contando con el apoyo de la gran Iglesia parroquial y diocesana
[ix] Con este esquema, Puebla escribió su Tercera Parte: La Evangelización en la Iglesia de América Latina, Cap 2, a partir del n. 617
[x]En la lógica de esta posición, la CEB en Puebla aparece en todos los capítulos principales, porque siendo Iglesia básica, ofrece la nueva perspectiva del modelo eclesial, por eso tiene que ser considerada en la catequesis, en la liturgia, en lo social, en la responsabilidad de los laicos, en la formación religiosa, en los seminarios, etc
[xi] CEB en el Documento de Puebla:
·         Sitúa el proceso de la CEB de Medellín a Puebla: nn. 96, 97, 119, 672, 125, 850, 867, 105, 173, 239, 273, 983, 565, 368, 156, 111, 462, 1309, 629, 1147.
·         Capítulo específico; Situaciones que favorecen el proceso de la CEB n. 648
·         Señala las dificultades y desafíos para las CEBs n. 98, 262, 111, 630, 628, 627, 462
·         Explícita su lugar en la estructura eclesial: Capítulo específico sobre CEBs y el n. 261
·         Trata de su contenido doctrinal: 239, 273, 618, 640, 641, 642, 643, 173, 261, 648, 650, 653, 1147, 96, 629.
·         Puebla asume todo lo dicho sobre CEB en Medellín y en Evangelii Nuntiandi

terça-feira, 25 de outubro de 2011

En homenage a Mons. Samuel Ruiz, S.Cristoban de Las Casas

Carta do prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.

Cardeal Francis Arinze ao titular da diocese de San Cristobal de Las Casas, D. Felipe Arizmendi, sucesor de D. Samuel Ruiz, de 26 de outubro de 2005: “En la última Reunión Interdicasterial, celebrada el 1 de octubre pasado, como Ud. ha podido bien observar, se realizó un detallado y serio examen de la petición presentada por Vuestra Excelencia y de la situación actual de la Diócesis de San Cristóbal de las Casas y sus incidencias en la vida de la Iglesia Universal. Como resultado de la deliberación se ha convenido como sigue: No se puede ignorar que, aún después de pasados cinco años de la salida de S. E. Samuel Ruiz de San Cristóbal de las Casas, continua estando latente en la Diócesis la ideología que promueve la implementación del proyecto de una Iglesia Autóctona. En este sentido, la Reunión Interdicasterial se ha pronunciado por una suspensión de eventuales ordenaciones de diáconos permanentes hasta que se haya resuelto el problema ideológico de fondo. Asimismo, se pide que se fortalezca la pastoral vocacional, con vistas al sacerdocio célibe, como en el resto de la Iglesia en México y demás países de América Latina; y que se interrumpa la formación de más candidatos al diaconado permanente. Constituye, en efecto, una injusticia contra esos fieles cristianos alentar una esperanza sin perspectivas reales; además, el diaconado supone una vocación personal, no una designación comunitaria sino una llamada oficial de la Iglesia; requiere una formación intelectual sólida; orientada por la Sede Apostólica. Para contribuir a sanear la vida eclesial, desde el inicio se ha pedido y se continúa a indicar, abrir la diócesis a otras realidades propias de la universalidad de la Iglesia Católica, para ayudarla a salir del aislamiento ideológico mencionado. Por último, cabe subrayar que, alimentar en los fieles expectativas contrarias al Magisterio y a la Tradición, como en el caso de un diaconado permanente orientado hacia el sacerdocio uxorado (casado), coloca a la Santa Sede en la situación de tener que rechazar las distintas peticiones y presiones, y, de este modo, se le hace aparecer como intolerante”.